terça-feira, 17 de janeiro de 2017

A Sagrada Família (Marx e Engels) - Cap. V.3

MARX, Karl; ENGELS, Friedrich. "A Crítica crítica" na condição de merceeira de mistérios ou a "Crítica crítica" conforme o senhor Szeliga. In: A Sagrada Família. [Tradução, organização e notas de Marcelo Backes]. 1ª Edição Revista. Coleção Marx e Engels. São Paulo: Boitempo, 2011, pp.76-85.

Tradução e Notas: Marcelo Backes;
Revisão: Maurício Balthazar Leal e Letícia Braun;
Capa: Antonio Kehl sobre caricatura de Loredano; 
Editoração Eletrônica: Renata Alcides;
Edição: Ivana Jinkings;
Editora Assistente: Sandra Brazil;
Produção: Lívia Campos

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

A Sagrada Família (Marx e Engels) - Cap. V.1; 2

MARX, Karl; ENGELS, Friedrich. "A Crítica crítica" na condição de merceeira de mistérios ou a "Crítica crítica" conforme o senhor Szeliga. In: A Sagrada Família. [Tradução, organização e notas de Marcelo Backes]. 1ª Edição Revista. Coleção Marx e Engels. São Paulo: Boitempo, 2011, pp.69-76.

Tradução e Notas: Marcelo Backes;
Revisão: Maurício Balthazar Leal e Letícia Braun;
Capa: Antonio Kehl sobre caricatura de Loredano; 
Editoração Eletrônica: Renata Alcides;
Edição: Ivana Jinkings;
Editora Assistente: Sandra Brazil;
Produção: Lívia Campos

domingo, 15 de janeiro de 2017

O Apanhador...

(Fotógrafo: Sergey Anashkevych - Caters - Vista em: www.google.com/image)


Meu o viço murchou
E a beleza daquela hora
Deixou-se apanhar
O seu apanhador
Desfez-lhe os laços
Apreciei seu desfazer
Por mais doloroso que o fosse
Aqueles laços me desfizeram antes
Vingou-me o apanhador

Na demora do seu time

Jogou-me no vento
Para sarar a chaga
Que me fechou para o resto do mundo
Lavei-me em salmoras
Purifiquei as feridas
Que tardaram... Mesmo assim... A cicatrizar

Ao roubar-me a beleza daquela hora

Acomodou-me nas nuvens
Que se acumula em torno do grande jardim
Em que se abre em janelas múltiplas
Lugar onde se perde a noção
Onde nada parece tão ruim...
Lugar de onde se alcança restos
De realidades e sonhos

A nudez dos sentidos

Fez o coração se acostumar
A ter apenas a vista da paisagem
Fe-lo crer que a seca não o alcançaria
Que a poeira não o inundaria ali tão longe
Não irisaria mais o seu sangue
A esperança irizou-me de vermelho outra vez

Dei-me a lembrança

De quando tudo estava prestes a naufragar
A se entregar à inexistência
Revi os sinais e os primeiros sintomas
Da ferida aberta a sangrar
De como o sangue derramado
Cegou-me os olhos e o espírito

(Res)senti aquela dor tantas vezes

Que pareceu não ter fim
Fui deixada só após ser dilacerada
Sobrevivi... Mas...
Não sobrou nada intacto
Nem a vontade de esquecimento

A tempestade que provocou no meu mundo

Arrancou-me do pó
Fez-me perceber que o oásis era ilusório
Levou-me para fora de qualquer alcance

Tornou-se insosso

Todo o perfume de terra sedenta que irradiava
De longe só via as tuas ervas e flores secando
Confesso... Esperei que fosse reflorir...
Que fosse dada uma segunda chance
De (re)colher-te
E de me recolher em ti

Assisti aos seus movimentos

Supostamente inextricáveis
No entanto... Tão óbvios
(Per)Corre espaços vazios
Isentos do cio natural que une tudo
Põe tudo em estado de ruína
Por onde passa
Não constroe nada
Que os faça valer como pena

No fim e a distância

O branco da tua superfície
Se mostrou ocre...
E só o carmesim da minha falta de recato
E o azul da tua falta de sangue
Não ressumbram-se púrpura
A cor que se prometeu a mim...

O desejo que senti borrou minha percepção

E pôs em ti tanto medo
Então despedi-me sabendo que o ermo
Não será mais o mesmo
Nem o mar... Nem o rio...
Que minha voz secreta entoará outros cantos
Que não há retorno para caminho já percorrido
Que o meu amanhecer e entardecer
Será assistido por outras paisagens




sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

A Sagrada Família (Marx e Engels) - Cap. IV.4.4

MARX, Karl; ENGELS, Friedrich. "A Crítica crítica" na condição de quietude do conhecer ou a Crítica crítica conforme o senhor Edgar. In: A Sagrada Família. [Tradução, organização e notas de Marcelo Backes]. 1ª Edição Revista. Coleção Marx e Engels. São Paulo: Boitempo, 2011, pp.63-67.

Tradução e Notas: Marcelo Backes;
Revisão: Maurício Balthazar Leal e Letícia Braun;
Capa: Antonio Kehl sobre caricatura de Loredano; 
Editoração Eletrônica: Renata Alcides;
Edição: Ivana Jinkings;
Editora Assistente: Sandra Brazil;
Produção: Lívia Campos

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

A Sagrada Família (Marx e Engels) - Cap. IV.4.3

MARX, Karl; ENGELS, Friedrich. "A Crítica crítica" na condição de quietude do conhecer ou a Crítica crítica conforme o senhor Edgar. In: A Sagrada Família. [Tradução, organização e notas de Marcelo Backes]. 1ª Edição Revista. Coleção Marx e Engels. São Paulo: Boitempo, 2011, pp.55-63.

Tradução e Notas: Marcelo Backes;
Revisão: Maurício Balthazar Leal e Letícia Braun;
Capa: Antonio Kehl sobre caricatura de Loredano; 
Editoração Eletrônica: Renata Alcides;
Edição: Ivana Jinkings;
Editora Assistente: Sandra Brazil;
Produção: Lívia Campos

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

A Sagrada Família (Marx e Engels) - Cap. IV.4.2

MARX, Karl; ENGELS, Friedrich. "A Crítica crítica" na condição de quietude do conhecer ou a Crítica crítica conforme o senhor Edgar. In: A Sagrada Família. [Tradução, organização e notas de Marcelo Backes]. 1ª Edição Revista. Coleção Marx e Engels. São Paulo: Boitempo, 2011, pp.50-55.

Tradução e Notas: Marcelo Backes;
Revisão: Maurício Balthazar Leal e Letícia Braun;
Capa: Antonio Kehl sobre caricatura de Loredano; 
Editoração Eletrônica: Renata Alcides;
Edição: Ivana Jinkings;
Editora Assistente: Sandra Brazil;
Produção: Lívia Campos

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

A Sagrada Família (Marx e Engels) - Cap. IV.4.1

MARX, Karl; ENGELS, Friedrich. "A Crítica crítica" na condição de quietude do conhecer ou a Crítica crítica conforme o senhor Edgar. In: A Sagrada Família. [Tradução, organização e notas de Marcelo Backes]. 1ª Edição Revista. Coleção Marx e Engels. São Paulo: Boitempo, 2011, pp.34-50.

Tradução e Notas: Marcelo Backes;
Revisão: Maurício Balthazar Leal e Letícia Braun;
Capa: Antonio Kehl sobre caricatura de Loredano; 
Editoração Eletrônica: Renata Alcides;
Edição: Ivana Jinkings;
Editora Assistente: Sandra Brazil;
Produção: Lívia Campos

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

A Sagrada Família (Marx e Engels) - Cap. IV.1; 2; 3

MARX, Karl; ENGELS, Friedrich. "A Crítica crítica" na condição de quietude do conhecer ou a Crítica crítica conforme o senhor Edgar. In: A Sagrada Família. [Tradução, organização e notas de Marcelo Backes]. 1ª Edição Revista. Coleção Marx e Engels. São Paulo: Boitempo, 2011, pp. 29-34.

Tradução e Notas: Marcelo Backes;
Revisão: Maurício Balthazar Leal e Letícia Braun;
Capa: Antonio Kehl sobre caricatura de Loredano; 
Editoração Eletrônica: Renata Alcides;
Edição: Ivana Jinkings;
Editora Assistente: Sandra Brazil;
Produção: Lívia Campos

domingo, 8 de janeiro de 2017

Nó Górdio

Imagem relacionada
(Autoria da imagem não identificada)

 Foram todos esses tumultos do teu caos
Que me acalmaram
Que acenderam e apagaram meus sorrisos
Que me puseram em constante estado de tensão
(Des)Esperou(-me)
Tanto com tua ausência
Quanto com tua presença

Como paralelas
Que já se cruzaram
A distância 
Paulatina e necessária
Do nosso entre é agora perfeita
Não nos é possível a felicidade
Que se nos acenou
Aquele aceno fora um olá e já um adeus...

Mas... Sou a ponta de uma linha
Presa as cadeias do nó que formamos
Esta tua linha emaranhada na minha
Prende-me mesmo quando parece me deixar solta
Não é por vontade própria
Não te quero mais
Não acredito mais nesse nó(s)

Porém... Há algo de seu aqui
Que me devora
Consome e mantem
Que se arrasta em mim
Perfeita, sutil e brutalmente
Um presença que é só ausência
Que me deixa sempre noutro lugar
Que não eu...

Não segue comigo
Mas segue em mim
Não me entristece mais
E também não me alegra
Tua ausência já não me exaspera
Tua presença... Ainda... Sim...
Preferiria não tê-la

Porque há outros e mais amores por aqui
Que me valem algumas belas alegrias
Mas o teu... O teu foi... É lindo.
Pena que tenhamos feito
De nós mesmas 
Duas curvas perigosas

Curvas nas quais entrelaçamos nossos pontos
E assim... Sem mais... Nem menos
Tudo virou um nó
Com pontas soltas

Eu... Um nó górdio...


Para o qual
Só Alexandre 
O Grande
Daria um fim

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

A Sagrada Família (Marx e Engels) - Cap. III

ENGELS, Friedrich. "A profundidade da Crítica crítica" ou a Crítica crítica conforme o senhor J. (Jungnitz?). In: A Sagrada Família. [Tradução, organização e notas de Marcelo Backes]. 1ª Edição Revista. Coleção Marx e Engels. São Paulo: Boitempo, 2011, pp. 27-28.

Tradução e Notas: Marcelo Backes;
Revisão: Maurício Balthazar Leal e Letícia Braun;
Capa: Antonio Kehl sobre caricatura de Loredano; 
Editoração Eletrônica: Renata Alcides;
Edição: Ivana Jinkings;
Editora Assistente: Sandra Brazil;
Produção: Lívia Campos

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

A Sagrada Família (Marx e Engels) - Cap. II

ENGELS, Friedrich. "A Crítica crítica" na condição de "Moinhotenente" ou a Crítica crítica conforme o senhor Jules Faucher. In: A Sagrada Família. [Tradução, organização e notas de Marcelo Backes]. 1ª Edição Revista. Coleção Marx e Engels. São Paulo: Boitempo, 2011, pp. 21-26.

Tradução e Notas: Marcelo Backes;
Revisão: Maurício Balthazar Leal e Letícia Braun;
Capa: Antonio Kehl sobre caricatura de Loredano; 
Editoração Eletrônica: Renata Alcides;
Edição: Ivana Jinkings;
Editora Assistente: Sandra Brazil;
Produção: Lívia Campos

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

A Sagrada Família (Marx e Engels) - Cap. I

ENGELS, Friedrich. "A Crítica crítica sob a feição do mestre encadernador" ou a Crítica crítica conforme o senhor Reichardt. In: A Sagrada Família. [Tradução, organização e notas de Marcelo Backes]. 1ª Edição Revista. Coleção Marx e Engels. São Paulo: Boitempo, 2011, pp. 17-19.

Tradução e Notas: Marcelo Backes;
Revisão: Maurício Balthazar Leal e Letícia Braun;
Capa: Antonio Kehl sobre caricatura de Loredano; 
Editoração Eletrônica: Renata Alcides;
Edição: Ivana Jinkings;
Editora Assistente: Sandra Brazil;
Produção: Lívia Campos

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

A Sagrada Família (Marx e Engels) - Prólogo

MARX, Karl. ENGELS, Friedrich. Prólogo. In: A Sagrada Família. [Tradução, organização e notas de Marcelo Backes]. 1ª Edição Revista. Coleção Marx e Engels. São Paulo: Boitempo, 2011, pp. 15-16.

Tradução e Notas: Marcelo Backes;
Revisão: Maurício Balthazar Leal e Letícia Braun;
Capa: Antonio Kehl sobre caricatura de Loredano; 
Editoração Eletrônica: Renata Alcides;
Edição: Ivana Jinkings;
Editora Assistente: Sandra Brazil;
Produção: Lívia Campos

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

A Sagrada Família (Marx e Engels) - Capa, sumário, notas à edição e tradução

MARX, Karl. ENGELS, Friedrich. Capa; Sumário; Notas à Edição e Tradução. In: A Sagrada Família. [Tradução, organização e notas de Marcelo Backes]. 1ª Edição Revista. Coleção Marx e Engels. São Paulo: Boitempo, 2011, pp. 1-13.

Tradução e Notas: Marcelo Backes;
Revisão: Maurício Balthazar Leal e Letícia Braun;
Capa: Antonio Kehl sobre caricatura de Loredano; 
Editoração Eletrônica: Renata Alcides;
Edição: Ivana Jinkings;
Editora Assistente: Sandra Brazil;
Produção: Lívia Campos

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Alarde Silencioso

Resultado de imagem para fotografada de natureza mulheres lindas
(Visto em: pinterest.com)

Quero tua silhueta desenhada na minha superfície
Tua compreensão para os meus leves defeitos
Quero ser o que alegra teu espírito
Porque vislumbro em ti o meu antigo brilho
Deixou-te entrever
Foram-me expostos teus contornos
Tuas formas, sombras e luzes
Nasceste em mim como o canto das aves
E de ti em mim
Brotou o que há no fruto da mais frondosa árvore
Esse alarde silencioso
Esse sol dentro
O seu ruído contínuo e cadenciado permanece ecoando
A requestar-me

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Manifesto Comunista (Karl Marx e Friedrich Engels) - O Manifesto Comunista: Qual a Sua Relevância Hoje? - James Petras

PETRAS, James. O Manifesto Comunista: Qual Sua Relevência Hoje?; e Sobre os Autores. In: Manifesto Comunista. MARX, Karl; ENGELS, Friedrich.  [Tradução de Álvaro Pina e Ivana Jinkings]. São Paulo: Boitempo, 2010, pp. 239-255.

Direção Editorial: Ivana Jinkings;
Assist. Editorial: Ana Lotufo; Daniela Jinkings; e Eliza A. Buzzo;
Produção: Paula Pires;
Impressão e Acabamento: Gráfica e Editora Parma;
Capa: Antonio Kehl; 
Desenho: Maringoni;
Revisão: Ali Kobayashi; Flamarion Maués; Priscila Úrsula dos Santos
Editoração Eletrônica: Flávio Valverde Garotti.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Manifesto Comunista (Karl Marx e Friedrich Engels) - Cem Anos Depois do Manifesto - Lucien Martin

MARTIN, Lucien. Cem Anos Depois do Manifesto Comunista de 1848. In: Manifesto Comunista. MARX, Karl; ENGELS, Friedrich.  [Tradução de Álvaro Pina e Ivana Jinkings]. São Paulo: Boitempo, 2010, pp. 231-237.

Assist. Editorial: Ana Lotufo; Daniela Jinkings; e Eliza A. Buzzo;
Produção: Paula Pires;
Impressão e Acabamento: Gráfica e Editora Parma;
Capa: Antonio Kehl; 
Desenho: Maringoni;
Revisão: Ali Kobayashi; Flamarion Maués; Priscila Úrsula dos Santos
Editoração Eletrônica: Flávio Valverde Garotti.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Manifesto Comunista (Karl Marx e Friedrich Engels) - O Manifesto Comunista de 1848 - Harold Laski

LASKI, Harold. O Manifesto Comunista de 1848. In: Manifesto Comunista. MARX, Karl; ENGELS, Friedrich.  [Tradução de Álvaro Pina e Ivana Jinkings]. São Paulo: Boitempo, 2010, pp. 199-229.

Assist. Editorial: Ana Lotufo; Daniela Jinkings; e Eliza A. Buzzo;
Produção: Paula Pires;
Impressão e Acabamento: Gráfica e Editora Parma;
Capa: Antonio Kehl; 
Desenho: Maringoni;
Revisão: Ali Kobayashi; Flamarion Maués; Priscila Úrsula dos Santos
Editoração Eletrônica: Flávio Valverde Garotti.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Manifesto Comunista (Karl Marx e Friedrich Engels) - O Manifesto Comunista de 1848 - Harold Laski

LASKI, Harold. O Manifesto Comunista de 1848. In: Manifesto Comunista. MARX, Karl; ENGELS, Friedrich.  [Tradução de Álvaro Pina e Ivana Jinkings]. São Paulo: Boitempo, 2010, pp. 169-199.

Assist. Editorial: Ana Lotufo; Daniela Jinkings; e Eliza A. Buzzo;
Produção: Paula Pires;
Impressão e Acabamento: Gráfica e Editora Parma;
Capa: Antonio Kehl; 
Desenho: Maringoni;
Revisão: Ali Kobayashi; Flamarion Maués; Priscila Úrsula dos Santos
Editoração Eletrônica: Flávio Valverde Garotti.

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Manifesto Comunista (Karl Marx e Friedrich Engels) - Noventa Anos do Manifesto Comunista - Leon Trotsky

TROTSKY, Leon. Noventa Anos do Manifesto Comunista. In: Manifesto Comunista. MARX, Karl; ENGELS, Friedrich.  [Tradução de Álvaro Pina e Ivana Jinkings]. São Paulo: Boitempo, 2010, pp. 159-168.

Assist. Editorial: Ana Lotufo; Daniela Jinkings; e Eliza A. Buzzo;
Produção: Paula Pires;
Impressão e Acabamento: Gráfica e Editora Parma;
Capa: Antonio Kehl; 
Desenho: Maringoni;
Revisão: Ali Kobayashi; Flamarion Maués; Priscila Úrsula dos Santos
Editoração Eletrônica: Flávio Valverde Garotti.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Manifesto Comunista (Karl Marx e Friedrich Engels) - O Manifesto Comunista de Marx e Engels - Jean Jaurès

JAURÈS, Jean. O Manifesto Comunista de Marx e Engels. In: Manifesto Comunista. MARX, Karl; ENGELS, Friedrich.  [Tradução de Álvaro Pina e Ivana Jinkings]. São Paulo: Boitempo, 2010, pp. 137-158.

Assist. Editorial: Ana Lotufo; Daniela Jinkings; e Eliza A. Buzzo;
Produção: Paula Pires;
Impressão e Acabamento: Gráfica e Editora Parma;
Capa: Antonio Kehl; 
Desenho: Maringoni;
Revisão: Ali Kobayashi; Flamarion Maués; Priscila Úrsula dos Santos
Editoração Eletrônica: Flávio Valverde Garotti.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Manifesto Comunista (Karl Marx e Friedrich Engels) - Em Memória do Manifesto Comunista - Antonio Labriola

LABRIOLA, Antônio. Em Memória do Manifesto Comunista. In: Manifesto Comunista. MARX, Karl; ENGELS, Friedrich.  [Tradução de Álvaro Pina e Ivana Jinkings]. São Paulo: Boitempo, 2010, pp. 87-135.

Assist. Editorial: Ana Lotufo; Daniela Jinkings; e Eliza A. Buzzo;
Produção: Paula Pires;
Impressão e Acabamento: Gráfica e Editora Parma;
Capa: Antonio Kehl; 
Desenho: Maringoni;
Revisão: Ali Kobayashi; Flamarion Maués; Priscila Úrsula dos Santos
Editoração Eletrônica: Flávio Valverde Garotti.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Manifesto Comunista (Karl Marx e Friedrich Engels) - Prefácios de Marx e Engels

MARX, Karl; ENGELS, Friedrich. Prefácios de Marx e Engels. In: Manifesto Comunista.  [Tradução de Álvaro Pina e Ivana Jinkings]. São Paulo: Boitempo, 2010, pp. 71-85.

Assist. Editorial: Ana Lotufo; Daniela Jinkings; e Eliza A. Buzzo;
Produção: Paula Pires;
Impressão e Acabamento: Gráfica e Editora Parma;
Capa: Antonio Kehl; 
Desenho: Maringoni;
Revisão: Ali Kobayashi; Flamarion Maués; Priscila Úrsula dos Santos
Editoração Eletrônica: Flávio Valverde Garotti.

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Manifesto Comunista (Karl Marx e Friedrich Engels) - Manifesto Comunista

MARX, Karl; ENGELS, Friedrich. Manifesto Comunista.  [Tradução de Álvaro Pina e Ivana Jinkings]. São Paulo: Boitempo, 2010, pp. 37-69.

Assist. Editorial: Ana Lotufo; Daniela Jinkings; e Eliza A. Buzzo;
Produção: Paula Pires;
Impressão e Acabamento: Gráfica e Editora Parma;
Capa: Antonio Kehl; 
Desenho: Maringoni;
Revisão: Ali Kobayashi; Flamarion Maués; Priscila Úrsula dos Santos
Editoração Eletrônica: Flávio Valverde Garotti.

terça-feira, 29 de novembro de 2016

Manifesto Comunista (Karl Marx e Friedrich Engels) - 150 Anos do Manifesto Comunista - Osvaldo Coggiola

COGGIOLA, Osvaldo. 150 Anos do Manifesto Comunista. In: Manifesto Comunista. MARX, Karl; ENGELS, Friedrich.  [Tradução de Álvaro Pina e Ivana Jinkings]. São Paulo: Boitempo, 2010, pp. 9-35.

Assist. Editorial: Ana Lotufo; Daniela Jinkings; e Eliza A. Buzzo;
Produção: Paula Pires;
Impressão e Acabamento: Gráfica e Editora Parma;
Capa: Antonio Kehl; 
Desenho: Maringoni;
Revisão: Ali Kobayashi; Flamarion Maués; Priscila Úrsula dos Santos
Editoração Eletrônica: Flávio Valverde Garotti.

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Manifesto Comunista (Karl Marx e Friedrich Engels) - Capa; Sumário; Nota da Edição

MARX, Karl; ENGELS, Friedrich. Capa; Sumário; Nota da Edição. In: Manifesto Comunista. [Tradução de Álvaro Pina e Ivana Jinkings]. São Paulo: Boitempo, 2010, pp. 1-8.

Assist. Editorial: Ana Lotufo; Daniela Jinkings; e Eliza A. Buzzo;
Produção: Paula Pires;
Impressão e Acabamento: Gráfica e Editora Parma;
Capa: Antonio Kehl; 
Desenho: Maringoni;
Revisão: Ali Kobayashi; Flamarion Maués; Priscila Úrsula dos Santos
Editoração Eletrônica: Flávio Valverde Garotti;

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

O Meu Amigo

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(Michelangelo Buonarroti - Teto da Capela Cistina: A Criação de Adão - 1512)

Nesta minha viagem 
Pelo deserto
Que é a vida
Posso dizer
Que escrevi na pedra 
Tudo o que me aconteceu
Ou tudo o que me fizeram 
Os amigos
E os inimigos
Guardo tudo daqueles que me ergueram 
Ou que me derrubaram
Eu tenho um Amigo 
Em especial
Amigo como amigos devem ser
Daquele que além de ser o sol que me aquece
É a água que me refresca
A brisa que me incentiva a seguir em frente
A areia que se prende aos meus pés
Para que eu não me perca no caminho
E para que não me esqueça dos percalços
Dos incômodos que terei de enfrentar nesse deserto
Até conseguir alcançar o meu oásis
Já me encontrei em oásis ilusórios
Nos quais lavrei as minhas dores passadas
E nos quais também me afoguei
Até que esse Amigo me "salvou"
Ele trouxe-me de volta à margem
Sã e salva
Ele pode e fez
Não quis morrer comigo
Isso não seria coisa de amigo
Então eu o escrevi na pedra que se tornou meu coração
Você...
Meu Amigo...
Salvou minha vida
Quando eu estava me afogando
Nas areias de um deserto 
Vasto, lindo e traiçoeiro...
Trouxe-me de volta à margem
Deu-me água fresca para beber
Cuidou-me enquanto me contorcia em dores 
Úteis e inúteis
Salvou-me do deserto e de mim mesma
Quando se colocou no meu caminho
E dedicou seus sentimentos 
Sua atenção a mim
Amou-me para curar em mim o desespero de não ser a amada
Ensinou-me muitas lições de felicidade
Quando só o que havia em mim era tristeza
E ensinou-me também lições de tristeza
Para que eu aprendesse a supera-las
Quando não se apoiou na minha dor 
Para me manter acorrentada a ti
Quando disse o não e o sim que eu precisava ouvir
Quando me deixou comigo mesma
Mas não me deixou só
Salvou-me
Quando meu corpo vergou
Quando não alcancei o chão 
Embaixo dos meus pés
Quando me perdi 
Você me encontrou e me trouxe de volta a mim
Se eu tivesse deixado que se apagasse as histórias
Das vezes que caí ou que me derrubaram
Eu não saberia me levantar sozinha hoje
As quedas não são menos importantes
Que os soerguimentos
É esse conjunto que me faz saber
Qual é o seu lugar na minha vida
E o meu lugar na Sua
Porque aprendi com todos os danos 
Que porventura esse deserto tenha me causado
E não quero esquecer
Nem o "bem" nem o "mal"
Que experimentamos juntos
O esquecimento não é um ato de perdão
E sim de indiferença
Nós
Meu Amigo
Não somos indiferentes
Por isso não quero que nada se apague
Nenhum dos pequenos ou miseráveis gestos
Se os deixasse perder
Perderia a mim mesma e a ti

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Perdeu-se?

Resultado de imagem para semitério parisiense 
(Escultura Feminina em Pedra - Túmulo de Mademoiselle: Alix Lesgards - 1871-1919 - Semitério dos Prazeres - Lisboa-PT - Fotografia: Jorge Lima Alves)

Perdi-me
Na graça dos dias
Nas visitas de amigos
Com seus filhos pequenos
E suas belezas contestáveis
Nas maldades aparentes
Nas dúvidas do querer
Na visita aos mortos
Na arte tumular
No lugar dos (des)encontros
Na solidão
Tumultuado ar
Nada de novo
(Quase) uma vida
Sem por os pés na rua da amargura
Agora caminho por aí
No meio frustrante
Das possibilidades observáveis
Faço turismo com palavras
E sonho 
Com Paris por um dia
Viagem que pode custar tudo que se tem
E um pouco mais
Cedo as tentações
A solução é
Se deixar ir 
Sem pensar

sábado, 20 de agosto de 2016

Da Raiz às Folhas

(Richard Stainthorp - Sculpture: Arbre)

Os elementos que me constituem
Que compõem meus temas
Que coadunam-me e fragmentam
Que enterram-me num céu 
Ou elevam-me ao fundo dos mares
Que agridem a minha natureza terrena
Disponivel para a violência do olhar e das carícias do mundo
E de ser divino transformam-me em um ser social
Embora não sociável
Não sou eu

Esse registro autoral ou plagiado
De quem sou
Como sou
E do que sou
Que apresenta-se como o agente
E não como personagem de um processo
Enredado de tramas
Às vezes trágicas ou cômicas
Tantas outras épicas e dramáticas
E umas poucas românticas entre algumas irônicas
Não sou eu

Eu sou um equipamento que demanda técnica
Compõe-me um conteúdo distanciado do meu respectivo suporte
Que os gestos denunciam
Que forças contrárias impelem a dissimular  
E que constantemente vinculam e apartam-me
Da minha origem e do meu fim
Nunca estou no momento em que me doo
Não sou um fragmento fixo
Apenas sutilmente toca-me o universo exterior

Eu sou dia e sou noite
Sou a batalha entre Hórus e Seth
Em constante e necessário conflito
Eu sou em todo começo uma perda
E em todo fim um ganho
Obtenho de cada fim um reverso
Uma nova chance para melhor registro
Adormeço sob a ação da luz
Acordo sempre que me toca a escuridão
Nunca no mesmo lugar onde se deu o antes
Meu passar não é cronológico
Não sou desse tempo 
Não pertenço a época 
Não me contam as datas
Não sou dessa era
Espero a chegada do homem com o cântaro
Anseio pela água que ele traz
E que a morte e a vida me dera

Mas também sou folha
Se o vento me leva
Eu me deixo ir
Não sofro ao desgarrar-me 
Algumas das minhas flores
Roubam-me o meu primeiro lugar
Sou semente impregnada de chão
Mas sei voar
Morro para continuar a viver
Emprego-me em ser
Sou planta inteira
Minha seiva em mim trafega
Mesmo ao ser folha não me nego a ser raiz
E os meus eus fluem como brotos de planta seca
Que algumas vezes se dispõem a florescer 
Em outras renuncia a demonstração do que em si guarda
E também sou 
No orvalho caído 
O pranto da folha que o vento balança
Mas não leva

Quem eu sou as palavras negam 
O meu obvio vela
Não há uma verdade em mim
Quem eu sou custa toda a minha essência
Não há lógica nos meus traços
Sou o resto no que se vê dos meus vestígios perdidos
A encarnação em um toque ausente
A vista de um olhar prenhe
A memória de um corpo 
Registrado nas pegadas
Que se apagam a cada onda
Sou a oscilação forçada 
De um ponteiro que já não marca nada
Sou o tempo da natureza que não impende á eternidade